Esta é uma apresentacao do slideshare
Publicado por: senacriopos em: Janeiro 5, 2010
ATENÇÃO: mais duas turmas da pós em Gestão de Projetos para Mídias Digitais e Interativas serão abertas no Senac Rio, unidade Copacabana:
Sábados – 9h às 16h (data de início a confirmar)
Mais informações:
Senac Copacabana
Rua Pompeu Loureiro, 45 – 4o andar
(21) 2545.4848
Publicado por: senacriopos em: Dezembro 9, 2009
Pessoal,
Olhem e compartilhem (muito) o vídeo da Dora sobre o SENAC/Mídia da turma da Pós de Mídias Digitais de terça e quinta:
Bjos. e Abrs.
Edu
(alunos da primeira turma da pós em Mídias Digitais e Interativas do Senac Rio – unidade Copacabana)
Publicado por: senacriopos em: Setembro 12, 2009
Guia para desenvolvimento do Projeto Integrador do curso de pós-graduação em Gestão de Projetos em Mídias Digitais do Senac Rio – unidade Copacabana (Rua Pompeu Loureiro, 45):
Publicado por: senacriopos em: Julho 21, 2009
Enviado pelo aluno Johnny Soares:
12:00 Sabe os marcadores do Google Maps, que usamos para sinalizar algum lugar que queremos salvar? Pois parece que eles foram para o mundo real – o Google está colocando marcadores de verdade em lugares escolhidos por celebridades e especialistas em geral de acordo com o Google Favorite Places. Uma pessoa convidada pelo Google indica qual é seu lugar preferido no globo e o Google vai lá e coloca uma marca. Veja o exemplo da foto de um restaurante em Sao Francisco indicado pelo prefeito. Aparentemente as marcas sao provisórias e o Google irá renová-las de tempos em tempos. A notícia é do TechCrunch. 17/07 Luciana van Deursen Loew
Publicado por: senacriopos em: Julho 21, 2009
Enviado pelo aluno Johnny Soares:
Noticia do Blue Bus – 13/07/09
16:32 Matthew Robson, 15 anos, estagiário do banco Morgan Stanley, escreveu uma nota de pesquisa para clientes na 6a feira que gerou grande interesse por parte de executivos da Comunicaçao e também investidores. O Financial Times destacou o boletim de Robson em sua primeira pagina hoje. O garoto reuniu informaçoes sobre os hábitos de consumo de mídia de sua geraçao – o conteudo foi considerado pelo banco de investimentos “um dos insights mais claros e mais geradores de reflexao que já vimos”. Robson diz, por exemplo, que os adolescentes estao usando mais e mais a mídia, mas nao estao inclinados a pagar por ela. “Os adolescentes nao usam o Twitter. Muitos assinaram o serviço, mas entao sairam porque perceberam que eles nao vao atualizar (principalmente porque postar no Twitter via celular gasta créditos, e eles preferem usar esses creditos para mandar SMS para os amigos). Eles perceberam que ninguem estava vendo seus perfis, entao seus tweets eram sem sentido”.13/07 Elisa Araujo
Robson comenta também sobre a mídia tradicional – vê TV, radio e jornais perdendo terreno e diz que nenhum adolescente lê jornal regularmente. Detalha que a maioria “nao vai se dar ao trabalho de ler paginas e paginas de texto enquanto pode ver as noticias resumidas na internet ou na TV”. Os unicos jornais que os adolescentes lêem sao os tabloides baratos e os gratuitos. Segundo Robson, sua geraçao nao gosta da publicidade intrusiva – acha pop ups e banners “extremamente chatos e sem sentido”. Mas os adolescentes gostam e apoiam o marketing viral “porque ele frequentemente cria conteudo de humor e interessante”. Diz ainda que seus companheiros de geraçao sao “muito relutantes” em pagar por musica e muitos nunca compraram um cd – a maioria baixa musicas ilegalmente. O dinheiro, eles preferem destinar ao cinema, shows e consoles de videogame.
Publicado por: senacriopos em: Julho 21, 2009
Publicada em 13/07/2009 às 13h50m
O Globo
RIO – Um relatório sobre mídia online feito por um adolescente de 15 anos caiu como uma bomba na conferência Allen & Co, em Sun Valley, Idaho, que reuniu neste fim de semana feras do mundo da tecnologia, como Bill Gates (Microsoft), Eric Schmidt (Google) e Rupert Murdoch (News Co.). Executivos da Morgan Stanley pediram a Matthew Robson, um estagiário de uma escola londrina, um estudo sobre os hábitos de consumo de seus amigos e conhecidos. As conclusões de Robson foram consideradas tão interessantes que acabaram chegando à capa do Financial Times . Ele afirma que a mídia tradicional está perdendo espaço para a internet, que o Twitter não gera interesse em adolescentes e que propaganda online não faz sentido.
Para Edward Hill-Wood, diretor-executivo da Morgan Stanley na Europa, o relatório do garoto é “uma das visões mais claras e provocativas que já vimos – por isso publicamos”. Segundo ele, o trabalho gerou seis vezes mais interesse que o normal e “dezenas de investidores e executivos” entraram em contato para comentá-lo.
Reiterando uma posição polêmica numa discussão que ainda deve durar muitos anos, o garoto afirma que seus amigos são “muito relutantes” em pagar por música e que a maioria nunca comprou um CD. A principal forma de acesso a canções são os sites e ferramentas de trocas de arquivos.
Se as músicas são amplamente distribuídas pela web, o mesmo não acontece com os filmes. O download deles não é tão popular pois muitas vezes os arquivos têm qualidade inferior ou contêm vírus, além de não ser confortável assisti-los no monitor. Com isso, o cinema segue como uma diversão na qual os adolescentes ainda gastam suas mesadas, especialmente pelo lado social do evento.
Considerando a importância do convívio social com os amigos, duas outras atividades em alta são os concertos de música e os novos consoles de videogame. Com a capacidade de conexão gratuita à web e sistemas de interação cada vez mais sofisticados, consoles como o Wii estão até mesmo substituindo o telefone como forma de conversa entre adolescentes.
Robson afirma que os adolescentes não usam o Twitter pois a função mais interessante do serviço – enviar mensagens por SMS – é paga e eles preferem mandar essas mensagens para amigos. Além disso, “eles percebem que ninguém está vendo suas páginas, então os tweets não têm propósito”.
Ele garante que nenhum de seus conhecidos lê jornais regularmente – apenas tablóides ou periódicos gratuitos. Robson acredita que os jovens de sua idade preferem as informações resumidas encontradas na internet e na TV.
Além disso, propaganda intrusiva afasta a atual geração, por isso eles preferem ouvir música em rádios online gratuitas, como a Last.fm, a ouvir nas emissoras tradicionais. Até aí, propaganda de rádio nunca agradou ninguém e mudar de estações durante os anúncios sempre foi comum. As geração anteriores só não tinham as opções que existem hoje em dia.
A publicidade “tradicional” em websites, na forma de pop-ups e banners, também não é bem-vinda. Robson a classifica como “extremamente inoportuna e inútil”. Ele elogia, por outro lado, ações virais que geram “conteúdo humorístico ou interessante”. Esse tipo de propaganda é considerado mais efetivo por conseguir se travestir de entretenimento, na forma de vídeos no YouTube, jogos online e outras formas de contato na qual o consumidor participa da ação de alguma forma.
Publicado por: senacriopos em: Julho 10, 2009
Do iMasters.com: Se, ao ler o título deste artigo, você pensou “m-commerce não funciona, nunca comprei nada pelo celular e não conheço ninguém que comprou”, então, continue lendo, pois você pode ter boas surpresas, ou melhor, você pode, como eu, ter uma nova visão sobre o conceito de m-commerce.
Antes de entrar no detalhe de m-commerce, vale dividir alguns números sobre o e-commerce brasileiro em 2008, que correspondeu a um faturamento de R$ 8,2 bilhões (30% superior que 2007), atingiu 13,2 milhões de compradores (39% maior que valor de 2007) e teve entrada emblemática das Casas Bahia e Wal-Mart neste “novo” mundo. O gráfico abaixo ilustra bem essa evolução de faturamento dos últimos anos.
2001 0,54
2002 0,85
2003 1,18
2004 1,75
2005 2,5
2006 4,4
2007 6,3
2008 8,2
Estes números de e-commerce servem apenas para avaliarmos o potencial do m-commerce. Se, atualmente, possuímos mais de 150 milhões de linhas ativas (tirando a sobreposição de 120 milhões de pessoas com celular) versus 60 milhões de internautas, temos então um mega potencial. Entretanto, com todo este público, como explicar o fato de você não conhecer ninguém que já transacionou pelo celular?
Bom, podemos ter inúmeras respostas. Os sites de e-commerce não estão adaptados para o celular, os cadastros são longos, muitas pessoas acreditam que não existe tecnologia suficiente para que a transação se torne segura etc. Mas o meu objetivo neste texto é dividir o que eu entendo como conceito de m-commerce, que é qualquer transação de compra e venda de produtos que começa e termina no celular.
Temos alguns exemplos interessantes. O primeiro deles foi simples de ser implementado: a Credicard Citi queria vender cartão de crédito por meio do celular. Para isso, fechamos um acordo com uma operadora de celular, incluímos um LINK no CHIP dos clientes (sim, podemos remotamente mudar o que está escrito no CHIP do seu celular) com as palavras CREDICARD CITI. Ao clicar neste link, automaticamente era enviado um SMS que apresentava uma oferta exclusiva. O cliente precisava apenas clicar no 0800 exibido no texto da mensagem. Ao clicar, a ligação gratuita era efetuada e o usuário poderia adquirir o novo cartão de crédito.
Resumindo: em minutos, sem tirar a mão do celular, o usuário viu o nome do anunciante, se interessou, clicou no link, recebeu mais informações no SMS, se interessou ainda mais, clicou no 0800 do SMS, efetuou a ligação e comprou. Conclusão: na minha visão, o m-commerce foi realizado com sucesso, pois o processo começou e terminou no celular.
Outros exemplos mais ricos já foram realizados. No ano passado, a Polishop fez um vídeo para vender um produto. Ao entrar no portal WAP de uma operadora, o usuário era impactado por um anúncio “Veja o vídeo e ganhe um desconto de R$ 300,00″. Ao ver este vídeo, o consumidor recebia automaticamente um SMS perguntando se ele tinha interesse em adquirir o produto. Ao responder (gratuitamente) o SMS, ele recebia uma ligação do call center da Polishop para efetuar a compra. Fantástico!!! Ainda mais diante de uma lei que restringe o telemarketing ativo.
Voltando aos cases fáceis de serem implementados, e melhor, com cobertura de 100% dos aparelhos, a Editora Abril fez um projeto para vender mais assinaturas de revistas por meio do SMS MKT. Vale lembrar que esta mensagem publicitária só pode ser enviada para quem autorizou o recebimento, e as operadoras de celular já possuem hoje milhões de celulares autorizados. A Abril, então, fez uma determinada seleção destas listas autorizadas, já que é possível segmentar por sexo, idade, planos etc. e enviou a seguinte mensagem: “Oferta: Você, cliente Brasil Telecom, assina as revistas da Editora Abril e ganha até um ano a mais na sua assinatura. Ligue agora 0800-7751420″. Neste caso, temos segmentação, relevância e benefício exclusivo. Boas chances de gerar vendas, além de fortalecer o relacionamento entre a operadora e o cliente.
Por fim, aproveitando a repercussão do “fenômeno Ronaldo”, a Shoptimão comunicou, na final do Campeonato Paulista, o lançamento da camisa comemorativa do Corinthians, que possui 26 estrelas, em alusão aos títulos estaduais do clube (obviamente, o anúncio foi feito poucos minutos antes do final da partida). Faixas estrategicamente distribuídas e divulgações no placar eletrônico do estádio convidavam os torcedores a ativar o bluetooth em seus celulares. Junto com a imagem havia o número de contato da Shoptimão. Com esta ação, o torcedor podia comprar a camiseta dentro do próprio estádio. Os resultados puderam ser vistos no dia seguinte. A Shoptimão foi a empresa que mais comprou a camisa comemorativa para revenda e a primeira a esgotá-la em seu próprio site.
Se, ainda assim, você pensa que o m-commerce só acontece quando há transação bancária pelo celular, também já temos isso por aqui. Recentemente, a Livraria Cultura lançou um aplicativo para iPhone que permite consultar preços e comprar livros, CDs e DVDs. O acervo disponível no iPhone é exatamente o mesmo das lojas físicas e virtual e a finalização do pedido pode ser feita no próprio aparelho, com a utilização do cartão de crédito. Eu já usei e, realmente, vale a pena!!!
Bom, vocês puderam observar que existem cases para todos os gostos, com as mais variadas tecnologias, e que proporcionam conveniência e segurança para o consumidor. Agora, da próxima vez que você precisar gerar vendas, comece a considerar o mobile como um caminho interessante.
Publicado por: senacriopos em: Julho 9, 2009
http://info.abril.com.br/noticias/mercado/chris-anderson-lanca-free-de-graca-na-web-08072009-26.shl
DO INFO ONLINE – Free, o mais novo livro do jornalista especializado em internet Chris Anderson, já está disponível para consulta e download na internet.
O livro, que trata da evolução nos modelos de negócios e geração de receita na era digital, já está disponível gratuitamente no formato Scribd (versão embutida abaixo) e Google Books.
O autor também oferece o livro no formato de audiobook, disponível para downoad em formato MP3.
Ao longo desta semana, Anderson promete lançar o título em outros formatos, como podcast distribuído pelo iTunes e uma versão para o Kindle, leitor de e-books da Amazon.
A versão física do livro também está à venda em lojas online e tradicionais, como Amazon e Barnes & Noble, e seu sucesso ou fracasso de vendas determinará se o modelo que o autor prega realmente faz sentido.
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